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DOAR ÓVULOS É
DOAR ESPERANÇA
Doar óvulos é um acto nobre e altruísta feito por mulheres jovens e que permite ajudar a concretizar o sonho de muitos casais que de outra forma não teriam qualquer possibilidade de virem a ser pais. 

O processo de doação de óvulos é seguro, inclui a realização de exames de diagnóstico prévios e não tem qualquer efeito sobre a fertilidade futura das dadoras.
Quem pode doar?
Para poder doar os seus ovócitos na Ferticentro existe um conjunto de pré-requisitos que deverá cumprir:
  • Ter entre 18 e 34 anos
  • Ter possibilidade de comparecer na clínica (em Coimbra) cerca de 4 a 5 vezes no período de duração do tratamento
  • Ser saudável, sem história de doenças de transmissão sexual, doenças genéticas ou outras.
O processo
A doação de ovócitos decorre sob total anonimato, todas as informações facultadas serão geridas com a garantia de confidencialidade. As dadoras não terão quaisquer custos com o processo, uma vez que no final receberão uma compensação monetária prevista na Lei.

Saiba mais em Informação Legal.
Avaliação prévia

As candidatas a dadoras terão de vir à Ferticentro (normalmente 1 tarde) para:
  • Entrevista, na qual responderão a questões relacionadas com a sua história clínica de doenças e em que será explicado de uma forma mais detalhada todo o processo de doação.
  • Consulta de ginecologia com ecografia endovaginal.
  • Recolha de sangue para fazer um conjunto de análises clínicas indispensáveis ao processo. Estas análises servem para despistar eventuais infecções (pelos vírus da SIDA ou hepatite B e C, por exemplo), doenças genéticas ou problemas de fertilidade e destinam-se a assegurar que todo o processo decorre com a máxima segurança, quer para a dadora, quer para o casal receptor dos ovócitos.
Assim que os resultados das análises estiverem prontos, a dadora será contactada. Se estiver tudo bem e não existirem quaisquer complicações sob o ponto de vista médico, a candidata a dadora ficará na nossa lista, podendo ser contactada a qualquer momento para iniciar o tratamento.
Início de tratamento

A dadora será chamada assim que surgir uma necessidade de utilização dos seus óvulos.
O tratamento inicia-se ao terceiro dia do ciclo menstrual, é nessa altura que se começa a medicação e o processo de estimulação ovárica. Nesta fase do tratamento, que dura cerca de 12 dias, a dadora terá de vir algumas vezes à Ferticentro (3 a 5 vezes) fazer consultas, ecografias e análises clínicas, pois só desta forma é possível garantir que tudo corre da melhor forma e com a máxima qualidade e segurança.
Recolha dos óvulos

Após a estimulação ovárica é feita a recolha dos ovócitos, sob sedação (anestesia geral que dura cerca de 15 minutos). No final deste processo a dadora repousará na clínica durante 2 a 3 horas, até que os médicos lhe dêem alta. Ou seja, este procedimento não obriga a internamento, tendo as dadoras apenas que passar algumas horas na clínica. Há um conjunto de cuidados que as dadoras devem ter após a punção de ovócitos (repouso, não conduzir ou trabalhar com máquinas), que serão explicados mais detalhadamente na consulta médica.

Terminados os procedimentos a dadora receberá a compensação de acordo com o definido pela lei. Saiba mais
Informação legal
A lei portuguesa determina que a doação de ovócitos seja um processo voluntário, de carácter benévolo, em que as dadoras recebem uma compensação económica de 843€, destinada ao reembolso das despesas efectuadas ou dos prejuízos directa e imediatamente resultantes da dádiva, nos termos fixados pelo Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, de acordo com o previsto no nº3 do Artigo 22 da Lei 12/2009, de 26 de Março e no Despacho nº3192/2017 publicado no Diário da República, 2ª série - Nº75, 17 de Abril de 2017.

Uma mulher pode fazer até três ciclos com doação de ovócitos, com pelo menos 6 meses de intervalo entre cada um.
Perguntas frequentes

Quais as razões que fazem com que uma mulher opte por doar os seus ovócitos?

Doar ovócitos é um acto de altruísmo, que ajuda a realizar o sonho de casais que de outra forma nunca poderiam ter filhos.

Em que situações é que está indicado o tratamento com doação de ovócitos?

Há um conjunto de circunstâncias em que, por razões médicas, não é possível o tratamento da mulher infértil com os seus próprios ovócitos. As causas mais comuns são:

  • Falência ovárica primária (menopausa natural ou precoce);
  • Remoção cirúrgica dos ovários;
  • Falência ovárica após tratamentos de quimioterapia ou radioterapia;
  • Disgenesia das gónadas;
  • Falha repetida de tratamentos de FIV/ICSI com ovócitos próprios;
  • Idade da mulher >45 anos;
  • Reserva ovárica significativamente diminuída;
  • Doenças hereditárias (doenças ligadas ao cromossoma X, síndrome de Turner, doenças autossómicas recessivas, translocações cromossómicas) – embora em alguns destes casos se deva considerar também a possibilidade de recurso a Diagnóstico Genético Pré-Implantação

O facto de doar ovócitos pode fazer com que eu mais tarde não possa ter filhos?

Não. As mulheres nascem com cerca de 400 mil ovócitos. A partir da puberdade, a cada 28 dias (no caso das mulheres com ciclos regulares), um desses ovócitos amadurece e, se não for fecundado, é eliminado na menstruação. Nos nossos tratamentos habitualmente obtemos 5 a 8 ovócitos, pelo que a capacidade das dadoras virem a ter filhos próprios no futuro não é posta em causa.

Até que idade uma mulher pode fazer tratamento com ovócitos de dadora?

Embora não exista um limite formal na lei portuguesa, na Ferticentro não fazemos tratamentos a mulheres com idade superior a 50 anos. No entanto, antes de se iniciar um processo de doação de ovócitos é feita uma rigorosa avaliação das condições obstétricas para a realização dos tratamentos, isto é, só são feitos tratamentos nas situações em que a mulher tem condições físicas para suportar a gravidez.

Quais são os efeitos secundários do processo de doação de ovócitos?

Em situações raras, a estimulação dos ovários pode desencadear uma resposta excessiva, dando origem à designada “síndrome de hiperestimulação ovárica”, que, em certas circunstâncias, pode atingir uma intensidade que obrigue a um tratamento específico em regime de internamento. Na Ferticentro estamos especialmente atentos a este problema e existem um conjunto de procedimentos médicos e administrativos que se destinam a salvaguardar qualquer complicação. Sempre que se detectam riscos de complicações a este nível os tratamentos são cancelados, de modo a garantir a segurança da saúde das dadoras.

Posso conhecer a identidade do casal receptor ou das crianças nascidas?

Não. A lei portuguesa determina que a doação seja feita em regime de anonimato, isto é, nem o casal receptor nem as crianças eventualmente nascidas como resultado da dádiva poderão ter acesso a qualquer dado identificativo da dadora, excepto “por razões ponderosas reconhecidas por sentença judicial” (n.º 4 do artigo 15.º da Lei n.º 32/2006, de 26 de Julho).

Eu habitualmente tomo a pílula contraceptiva. Posso doar ovócitos?

Sim. No entanto, durante o tratamento a toma da pílula terá que ser interrompida. Os nossos ginecologistas darão à dadora toda a informação sobre o momento em que deve parar de tomar a pílula e quando é que a poderá retomar.

Que documentos ou contratos é que preciso de assinar?

É obrigatória a assinatura do modelo de consentimento informado criado pelo Conselho Nacional de PMA para a doação de ovócitos e que se encontra disponível para download em http://www.cnpma.org.pt/Docs/Profissionais_CI_DoacaoOV.pdf.

Fale connosco

Preenche os requisitos e quer candidatar-se a dadora? Tem dúvidas?

Se pretender fazer a doação de óvulos ou quer obter mais informações sobre este processo, pode visitar-nos nas nossas instalações ou contactar-nos através de um dos meios abaixo indicados.

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  *É importante que coloque o seu contacto para iniciarmos o processo. Obrigado
 
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239 497 280
   
info@ferticentro.pt 
   


Ferticentro - Centro de Estudos de Fertilidade
Praceta Prof. Robalo Cordeiro (Idealmed)
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3020-479 Coimbra
Portugal
Todos estes contactos serão feitos sem qualquer compromisso e com
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